quarta-feira, 30 de novembro de 2011

As coisas que a gente inventa

Perigo, aquele frio no estomago, aquela queimação no peito, tudo faz mais sentido,mais sentido, mais sentido, mas sem ti, dó.
 Aquela respiração, quanto menos ar, mais respira, transpira, inspira, aspira, e repete. Fricção, epiderme e epiderme, pecados capitais são meros velhos que esqueceram de morrer, curtem ficar só doentes, espirrando uma hora ou outra, pra ver se alguém fala com eles. Roxanne ligou a luz vermelha porque a TV do quarto era RGB, e ela não queria levantar da cama dele, e ele queria ela lá.
 Aquele frio na espinha que parece que quer cuspir sua alma e deixar só a carne, porque ali você só liga pra carne; ó, ela arde.

O vilão

Porra, eu fiz algo de errado?
eu não destruí nada, só quis construir algo
fui tachado de muita coisa, eu sentia as pedras nas minhas costas
mas eu não ligo, era pra algo maior, algo que me faz bem
O vilão, é aquele que se da melhor que o pseudo-mocinho.